segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Mais uma tentativa de criar letras despojadas, divertidas. Esta já não é tão antiga, e é um dos poucos casos em que lembro o período exato (1998).




PACTO (Parte 1: A Proposta)



Se eu puder
Eu tomo a sua vida
Pois eu sou sim
Um demônio que precisa trampar

Pra quem vier
Calorosa acolhida
Venha a mim
É tão bom eternamente fritar

Vai gostar

(intervalo curto)

Te prometi
Poderes além da sua alçada
Pra que no fim
Sua pobre alma tenha um lugar

Assine aqui
Nessa linha pontilhada
Pense que enfim
Frio nunca mais irá passar

Vai assar

(intervalo curto)

(pré refrão)

Então seja humano – seja um pato!
Aceite o que ofereço e ainda fique grato
Eu até já carimbei seu retrato
E nem precisa me entregar a alma no ato

(refrão)

Faça um pacto
De impacto
Aceite o meu trato
Assine o contrato!

(intervalo longo)

Não hesite assim
Quem disse que o demo é ruim?
Calor sem fim
Diversão pra mim... quer dizer, pra nós (putz, mas aí não rima...)

(pré refrão)

(refrão)

E nem precisa me entregar a alma no ato

(encerramento)

Um comentário:

  1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    CLAP...CLAP...CLAP...CLAP...CLAP...CLAP
    Caracaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa Alê...
    Se a moda pega...O cara lá de "Baixo",te contrata...rsrsrsrsrsrsrsrsrs...

    Adorei!!!

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