sexta-feira, 12 de março de 2010
Amostra # 19
Amostra # 18
A letra abaixo tem tudo a ver com a paranóia que nos afligia na época da Guerra Fria. Reflexo dos tempos em que a escrevi - daí vocês podem sacar como o negócio é antigo, e como demorei pra decidir fazer algo com meu material arquivado... mesmo que seja simplesmente postar na internet e nada mais...
APOCALIPSE
(narração):
Tudo estava calmo naquele fatídico dia...
Quando...
(começo):
Sem aviso, o solo tremeu
O povo todo se assustou
Um trovão os ensurdeceu
E cada um com toda a força gritou
Uma horrível cena apareceu
Cada coração acelerou
Pois todo o mundo logo reconheceu
Aquela imagem que os apavorou
Um cogumelo de fumaça no horizonte surgiu
E esta foi a ultima coisa que aquela gente viu!
(refrão):
A AA A Apocalipse!
Carnificina
Catástrofe insana
Será esta a sina
Da raça humana?
A AA A Apocalipse!
Hecatombe
Cruel, inclemente
Não zombe
Pode estar à sua frente
A AA A Apocalipse
Cataclisma
Sem piedade
Não é cisma
É realidade
A AA A Apocalipse
Genocídio
Sem necessidade
O suicídio
Da humanidade
Apocalipse! Apocalipse! Apocalipse!
(intervalo médio)
Me conformar não consigo
Maldição nuclear!
Será que um dia o perigo
Vai terminar?
Ou finalmente um abrigo
Antinuclear
Como um justo castigo
Será nosso lar?
(repete refrão)
(intervalo curto)
Destruição
Sem razão
Pelo apertar de um botão
Vidas
Perdidas
Por causas nas quais não estão envolvidas
(repete refrão)
Apocalipse! Apocalipse! Apocalipse!
(encerramento)